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SUS inclui novo teste para rastreamento de câncer colorretal

ResumoO Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou o teste imunoquímico fecal (FIT) à tabela de procedimentos a partir de 10 de fevereiro. O exame destina-se ao rastreamento bienal de câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos entre 50 e 75 anos. A medida amplia a prevenção e o diagnóstico precoce da doença no âmbito da saúde pública brasileira.

O SUS inclui, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) na tabela de procedimentos. O exame será usado no rastreamento bienal de câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos.

Escrito por Roberto Vidal · Atualizado em 10 de agosto de 2026 · 2 min de leitura
Revisado clinicamente porConselho clínico AptareEquipe médica revisora

Resumo rápido

  • O SUS inclui, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) na tabela de procedimentos.
  • O exame será usado no rastreamento bienal de câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos.
SUS inclui novo teste para rastreamento de câncer colorretal

SUS inclui novo teste para rastreamento de câncer colorretal

O Sistema Único de Saúde inclui, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) na tabela de procedimentos disponíveis aos pacientes da rede. A portaria publicada no Diário Oficial da União define que o exame será usado exclusivamente no rastreamento bienal de câncer colorretal em homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos.

O FIT detecta pequenas quantidades de sangue oculto nas fezes, invisíveis a olho nu, que podem indicar pólipos, lesões pré-cancerígenas ou câncer no intestino. Diferente dos exames antigos, ele usa anticorpos específicos para identificar sangue humano, o que aumenta a precisão.

O procedimento não se destina à investigação diagnóstica de pessoas sintomáticas ou com suspeita clínica de câncer. Em maio, o ministério já havia anunciado a inclusão do teste em um novo protocolo para rastreamento da doença.

Dados da pasta indicam que o FIT tem sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações. Além disso, pode ampliar o acesso de mais de 40 milhões de brasileiros à prevenção e à detecção precoce.

Atualmente, o câncer colorretal é o segundo tipo mais frequente no Brasil, excluindo os tumores de pele não melanoma. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 53,8 mil novos casos por ano no triênio 2026-2028.

Como funciona o exame FIT

O paciente recebe um kit para coleta em casa. Depois, o material é enviado para análise laboratorial. Se houver sangue oculto, o paciente é encaminhado para exames complementares.

Entre as vantagens listadas pela pasta estão a precisão e a facilidade de coleta. Mesmo assim, segundo o ministério, a colonoscopia segue como principal forma de avaliar o intestino, pois permite visualizar diretamente o cólon e o reto, além de retirar pólipos durante o procedimento.

Perguntas Frequentes

Quem pode fazer o teste FIT no SUS?

Homens e mulheres assintomáticos, com idade entre 50 e 75 anos, dentro do rastreamento bienal.

O FIT substitui a colonoscopia?

Não. A colonoscopia continua sendo a principal forma de avaliar o intestino, pois permite visualizar o órgão e retirar pólipos.

O que acontece se o resultado der positivo?

O paciente é encaminhado para exames complementares para investigação.

O teste serve para quem já tem sintomas?

Não. O FIT é exclusivo para rastreamento em pessoas sem sintomas.

Fontes

  • Conteúdo revisado pela equipe clínica de Aptare.
  • Diretrizes de sociedades médicas brasileiras e da Organização Mundial da Saúde.
  • Ministério da Saúde · publicações oficiais de saúde pública.

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